Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial

26/04/2017
Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial

A hipertensão arterial atinge pessoas de todas as idades. É uma doença crônica, adquirida, muitas vezes, por hereditariedade, cuja qual não possui cura, podendo apenas ser controlada. Quando uma pessoa é hipertensa, sua pressão sanguínea é muito forte ao se movimentar pelas artérias, chegando a 140/90 mmHg ou 14 por 9. Segundo dados do Portal da Saúde, que pertence ao Ministério da Saúde, 35% da população brasileira acima dos 40 anos é hipertensa.

Além da hereditariedade, fumar, ser sedentário, consumir álcool, exagerar no uso do sal, se estressar facilmente, alimentar-se de comidas muito gordurosas, e não controlar o peso, tornam muito maior o risco em obter a doença. Caso não seja tratada, a hipertensão pode causar lesões nas artérias, problemas de visão, derrames, doenças cardíacas, paralisação dos rins, dores de cabeça, sangramento nasal, dores no peito, fraqueza, tonturas e até desmaios.

A pressão arterial é medida através de aparelhos como o tensiômetro ou esfigmomanômetro e pode ter uma variação relativamente grande sem sair dos níveis de normalidade. Para algumas pessoas ter uma pressão abaixo de 12/8, como, por exemplo, 10/6, é normal.Já valores iguais ou superiores a 14 (máxima) e/ou 9 (mínima) são considerados como hipertensão para todo mundo. Meça a sua pressão e compare com a tabela abaixo:

 

Cerca de 10% das causas de hipertensão podem ser eliminadas. São as chamadas hipertensões secundárias a distúrbios hormonais, renais, circulatórios ou associadas ao uso de fármacos. Algumas dessas causas podem ser removidas e a hipertensão é curada. A obesidade também tem sido encarada como uma causa de hipertensão secundária. Muitos hipertensos que conseguem perder peso – com tratamentos dietéticos, clínicos ou cirúrgicos – têm sua hipertensão controlada e muitas vezes eliminada. Mas a grande maioria, 90% dos hipertensos, necessita de uso contínuo de medicamentos.

As adequações do estilo de vida são tão importantes quanto o uso de medicações. Embora seja difícil modificar hábitos de vida, uma cuidadosa atenção às recomendações de reduzir o consumo diário de sal na alimentação, abandonar o sedentarismo, realizar atividades físicas programadas, o alcance do peso ideal e a adoção de uma alimentação equilibrada podem operar milagres. Dietas baseadas em maior consumo de vegetais e ricas em potássio, magnésio e cálcio, não difíceis de serem seguidas, podem reduzir significativamente a pressão e atenuar ou eliminar a necessidade de medicamentos.

 

E para finalizar assista o vídeo do Dr. Drauzio Varella com algumas dicas para controlar a hipertensão.

 

 

 

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Foto: Alexandre Salles

Fontes:http://iejpn.com.br e http://www.eusou12por8.com.br/

 

 

 

 

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